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Cibersegurança em Viagens de Negócios: o escudo invisível dos gestores

As viagens corporativas voltaram a crescer — e com elas, um novo tipo de vulnerabilidade: a digital. Entre conexões de Wi-Fi em aeroportos, check-ins online e trocas constantes de dispositivos, os riscos cibernéticos se tornaram um dos maiores desafios para empresas globais.

Um estudo recente mostra que 64% das organizações já sofreram ao menos um ataque cibernético ligado a colaboradores em viagem. Cada login em rede pública ou e-mail aberto às pressas pode se transformar em uma brecha para invasões, vazamento de dados e prejuízos financeiros e reputacionais.

Na TP Corporate, entendemos que viajar com segurança não é só sobre rotas e destinos — é também sobre dados, privacidade e confiança.

O que está em jogo

Durante uma viagem de negócios, os executivos acessam informações sensíveis — contratos, relatórios financeiros, dados de clientes e de mercado.

Esses dados se tornam alvos fáceis quando o ambiente digital está desprotegido. Hotéis, aeroportos e cafés oferecem redes públicas que, muitas vezes, são vulneráveis a ataques de interceptação.
Além disso, criminosos digitais têm se especializado em phishing corporativo contextualizado, simulando mensagens de companhias aéreas, reservas de hotel ou aplicativos de viagem para capturar credenciais e senhas.

A questão não é apenas tecnológica — é comportamental. Por isso, a gestão de cibersegurança deve estar integrada à política de viagens, com protocolos claros, comunicação ativa e suporte constante.

O papel do gestor de viagens

O gestor de viagens moderno não é apenas um operador logístico: é um guardião da integridade da operação corporativa em trânsito.
Cabe a ele garantir que cada viagem esteja protegida tanto física quanto digitalmente.
Algumas práticas essenciais incluem:

  • Autenticação multifator em todos os acessos corporativos.
  • Proibição do uso de redes públicas sem VPN.
  • Atualizações automáticas de sistemas e antivírus.
  • Treinamentos rápidos e recorrentes sobre segurança digital para viajantes.
  • Empresas que integram esses cuidados à rotina de viagem reduzem riscos e fortalecem sua cultura de segurança.

O cuidado vai além do firewall

A cibersegurança também é uma forma de duty of care — um compromisso corporativo de proteger quem viaja a trabalho.
Quando um colaborador sabe que há protocolos claros, suporte técnico e canais de emergência, ele se sente mais confiante para focar no que realmente importa: representar a empresa com tranquilidade.

Na TP Corporate, unimos tecnologia e cuidado humano.
Monitoramos riscos globais, orientamos viajantes e trabalhamos lado a lado com equipes de segurança da informação para garantir que cada jornada seja tão segura quanto produtiva.
Cuidar de dados é cuidar de pessoas — e no mundo corporativo, confiança é o ativo mais valioso que se pode carregar na bagagem.

Cibersegurança é cultura, não check-list

A segurança digital precisa estar embutida na cultura corporativa da mesma forma que a segurança física.
Empresas preparadas não apenas evitam incidentes — elas demonstram responsabilidade, solidez e respeito por quem viaja a trabalho.

O futuro das viagens corporativas é híbrido, tecnológico e global. Mas ele também precisa ser seguro.

Sua empresa já revisou suas políticas de cibersegurança para viajantes?
Converse com a TP Corporate e descubra como integrar cibersegurança, mobilidade e cuidado em uma só estratégia.

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