Nos últimos anos, o mercado de viagens corporativas evoluiu muito além da logística. Hoje, trata-se de criar experiências seguras, humanas e representativas para todos os colaboradores.
Nesse contexto, Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) deixaram de ser iniciativas isoladas de Recursos Humanos para se tornarem pilares estratégicos da mobilidade corporativa global.
Viajar a trabalho não é apenas deslocar pessoas. É sobre garantir que cada profissional — independentemente de gênero, origem, crença, deficiência ou identidade — se sinta seguro, respeitado e pertencente em qualquer lugar do mundo.
Por que DEI precisa estar no centro das políticas de viagem
Segundo um relatório global da GBTA (Global Business Travel Association), 72% das empresas já reconhecem a importância de políticas de viagem inclusivas, mas apenas uma parte delas as aplica de forma consistente.
Isso revela um desafio: transformar boas intenções em práticas concretas.
Incorporar DEI nas viagens corporativas é mais do que revisar políticas. É repensar o olhar da gestão sobre quem viaja, para onde e em quais condições.
Empresas que colocam as pessoas no centro — e não apenas o custo ou a rota — colhem resultados mais amplos: engajamento, retenção de talentos e reputação de marca.
Desafios e oportunidades
Apesar dos avanços, muitos viajantes corporativos ainda enfrentam obstáculos sutis ou explícitos.
Profissionais LGBTQ+ que precisam avaliar se seu destino é seguro; mulheres que enfrentam riscos em deslocamentos noturnos; pessoas com deficiência que ainda encontram barreiras físicas e estruturais; ou mesmo diferenças culturais que impactam experiências em viagem.
Esses pontos pedem atenção, empatia e processos de gestão mais sensíveis e personalizados.
Ao mesmo tempo, representam uma oportunidade: quando a empresa cria um ambiente de viagem inclusivo, ela comunica — de forma prática — seus valores corporativos de respeito, equidade e cuidado.
Como tornar as viagens corporativas mais inclusivas
Mapeie as necessidades do seu time.
O primeiro passo é ouvir as pessoas. Entender se há demandas específicas relacionadas a alimentação, acessibilidade, identidade de gênero, práticas religiosas ou segurança pessoal.
Escolha parceiros alinhados aos mesmos valores.
Hotéis, companhias aéreas, agências e prestadores devem compartilhar a visão de DEI da empresa. Busque fornecedores com políticas de inclusão, treinamento de equipes e histórico de boas práticas.
Reforce protocolos de segurança e acolhimento.
Isso inclui desde a escolha de hospedagens seguras e acessíveis até o suporte 24h para casos de emergência. O duty of care precisa ser adaptado para contemplar riscos e vulnerabilidades específicas.
Promova conscientização interna.
Capacitar gestores e colaboradores para lidar com a diversidade cultural e comportamental é essencial. Programas de educação corporativa ajudam a transformar empatia em atitude.
Meça e comunique os resultados.
Políticas inclusivas só evoluem quando são acompanhadas de métricas: número de viajantes satisfeitos, feedbacks sobre destinos e percepção de segurança e acolhimento.
O papel da TP Corporate nesse movimento
Na TP Corporate, acreditamos que cuidar de pessoas é o ponto de partida de toda jornada corporativa.
Por isso, integramos princípios de DEI em cada etapa da gestão de viagens: da escolha de parceiros que respeitam políticas anti-discriminação ao mapeamento de hospedagens com acessibilidade real, cardápios inclusivos e treinamentos de atendimento sensível à diversidade.
Mais do que uma prática de governança, esse cuidado reflete o propósito.
Quando cada colaborador sente que pode viajar com tranquilidade, sendo quem é, a empresa se torna mais forte, mais humana e mais representativa.
Um novo jeito de viajar — e de liderar
Trazer DEI para o centro da gestão de viagens corporativas não é apenas uma ação de responsabilidade social.
É uma decisão estratégica, que traduz o compromisso da empresa com seus valores e com o futuro do trabalho.
Porque no fim das contas, viagens corporativas são sobre pessoas — e pessoas viajam melhor quando se sentem seguras, vistas e respeitadas.
A inclusão começa na intenção — e se fortalece nas práticas. Qual será seu próximo passo?
Fale com a TP Corporate e veja como unir compliance, propósito e bem-estar.



