
O Duty of Care evoluiu: o que isso muda para as viagens corporativas em grupo
O conceito de dever de cuidado nas viagens corporativas cresceu em escopo, em complexidade e em expectativa.

O conceito de dever de cuidado nas viagens corporativas cresceu em escopo, em complexidade e em expectativa.

Existe uma palavra que aparece em praticamente todo relatório anual, toda apresentação para investidores e todo deck de cultura corporativa publicado nos últimos cinco anos: sustentabilidade. Ela está na missão, nos valores, nas metas ESG, nos comunicados à imprensa.

O Brasil está em posição privilegiada de crescimento no mercado de viagens corporativas e a GBTA 2026 trouxe uma visão clara sobre os próximos movimentos do setor.

Grandes eventos globais não são apenas fenômenos de entretenimento ou esporte. São laboratórios de logística em escala máxima.

O viajante corporativo mudou. O seu programa de viagens já sabe disso?

A barreira linguística nos negócios internacionais é um dos riscos mais negligenciados no planejamento de viagens corporativas.

O cruzeiro corporativo não é uma tendência emergente no mundo. É uma realidade consolidada que o Brasil ainda está incorporando à sua cultura de eventos e viagens de negócio.

Julho é o prazo limite para garantir tarifas, disponibilidade e controle orçamentário no 2º semestre. Saiba por que empresas que planejam cedo gastam menos e viajam melhor.

Duty of Care não é protocolo, é responsabilidade legal e estratégica. Saiba o que mudou, o que sua empresa ignora e como mitigar riscos reais em viagens e eventos.

Vistos, autorizações eletrônicas e novas exigências de entrada estão mudando em 2026. Entenda o que isso significa para as viagens da sua empresa e como se antecipar com tranquilidade.